Os humanos podem andar em dúvida e incerteza, mas Jesus é inequívoco. Ele fala sobre a verdade como algo exato e objetivo.
O que é o Blog!
Cada um de nós observa o mundo diante de suas próprias perplexidades. E também de sua sensibilidade. O mundo me fascina e sou observadora cuidadosa e atenta. A poesia e a dor da realidade. A música e o silêncio que tanto servem para meditar como para ensurdecer os sentidos. Um pouco de mim, muito de todos nós, basta querer revelar, com enorme sutileza. Minhas leituras, meus sons, minhas impressões, tudo ofereço a vocês, se assim o quiserem. E tudo diante da soberania e da Graça de Deus!
domingo, setembro 11, 2011
sábado, setembro 10, 2011
Kenneth Erwin Hagin: O divulgador da Confissão Positiva
Kenneth Erwin Hagin: O divulgador da Confissão Positiva
[O poder do engano - Parte 2]
Por Marcos Batista Lopes
Kenneth Erwin Hagin nasceu em agosto de 1917, em McKinney, Texas, teve um parto prematuro com problemas cardíaco congênito. Hagin teve uma infância difícil e conturbada devido à falta de seu pai que abandonou a família quando ele era muito novo. Aos nove anos foi viver com os avós e aos dezesseis anos devido à uma enfermidade se encontrava muito debilitado em uma cama. Encontrou conforto através da leitura bíblica e teve uma interpretação que mudaria sua vida para sempre, afinal, segundo Hagin ele fora curado de sua enfermidade. Mas antes Hagin alega ter ido três vezes “em espírito” ao inferno. Mas segundo Hagin a sua segunda experiência foi algo que marcaria sua vida para sempre, e foi lendo a passagem de Marcos 11.23,24: “Eu lhes asseguro que se alguém disser a este monte: “Levante-se e atire-se no mar”, e não duvidar em seu coração, mas crer que acontecerá o que diz, assim será feito. Portanto, eu lhes digo: Tudo o que vocês pedirem em oração, creiam que já o receberam, e assim lhes sucederá” (Bíblia NVI).
Em uma de suas obras ele relata com detalhes a sua experiência desta revelação[1]. Hagin diz que resistiu ao diabo de que não estaria curado e alega que de fato foi miraculosamente curado por Deus. Ele começa seu longo ministério em 1934 em uma igreja batista. Pertenceu às Assembleias de Deus até 1945. Conheceu o ministério de cura pelos anos 50 e finalmente em 1963 fundou seu próprio ministério – Kenneth Hagin Evangelist Association.
Em 1974 o seu ministério ganharia uma imensa notoriedade com o nascimento do seu instituto bíblico chamado –Rhema Bible Training Center, na cidade de Tulsa, Oklahoma, EUA. Um relato afirma quando se deu a ideia deste seminário:
“Quando o irmão Hagin ouviu certo ministro de renome dizer que 80% do que se ensina nas escolas de teologia convencionais não tem utilidade alguma, resolveu então concentrar seus esforços no sentido de estabelecer uma escola que ensinasse os 20% considerados úteis e práticos, e são esses ensinamentos que hoje fazem a grande diferença nas 33 Escolas espalhadas nos cinco continentes, 21 delas no Brasil.” [2]
No Brasil o Rhema chegou em 1999 e sua linha doutrinária da escola vem sendo pregada no país pelo casal Bud e Jan Wright. O ministério Rhema comenta o seu desenvolvimento no Brasil:
“O casal enviado pelo instituto dos EUA está no Brasil desde 1983. Foi esse casal que fundou em 1989 o primeiro Centro de Treinamento Bíblico Verbo da Vida, em Guarulhos. A partir daí, as escolas e igrejas Verbo da Vida se espalharam pelo Brasil e em 1999 o Ministério de Kenneth Hagin oficializou a relação com o Verbo da Vida transformando o CTBVV de Campina Grande, Paraíba, no primeiro Rhema Brasil. Em 2003 todas as escolas Verbo da vida passaram a se chamar Rhema Brasil.” [3]
A escola Rhema é de caráter interdenominacional e já formou mais de 30.000 alunos pelo mundo. Hagin produziu mais de 130 livros sobre a Confissão Positiva e são mais de 60 milhões de obras espalhadas pelo planeta. No ano de 2003, Kenneth Hagin faleceu e todo o seu patrimônio assim como seus ensinos deram continuidade com o seu filho, Kenneth Hagin, Jr.
É uma pena que milhões de evangélicos deem credito para uma dos maiores falsos mestres de todos os tempos. O poder do engano continuará seguindo o seu curso até a vinda de Cristo. Estejamos preparados.
VÍDEO: Veja no vídeo abaixo uma “ministração” de Kenneth Hagin. Muita histeria e nada do Evangelho.
Ter fé em Deus é bom para a Pátria?
Ter fé em Deus é bom para a Pátria?
D. Odilo P. Scherer - O Estado de S.Paulo - 10/09/11
A comemoração do Dia da Pátria, no aniversário da independência do Brasil, sugere uma reflexão sobre a relação entre Pátria e fé em Deus. A questão pode parecer inócua, mas não é, sobretudo quando pensamos em "partidos religiosos", ou em ideologias político-religiosas, que promovem violência em nome de Deus e se impõem, como totalitarismo asfixiante, sobre toda uma nação. É inegável que existem várias lamentáveis instrumentalizações da religião para fins não próprios dela. Proponho minha reflexão a partir da posição da Igreja Católica Apostólica Romana.
Tomemos a noção de "fé em Deus" não como algo genérico ou subjetivo, mas relacionada com um corpo de doutrinas, elaborado e professado oficialmente por determinada religião; afirmações e interpretações pessoais não podem ser atribuídas ao grupo religioso como um todo. A fé em Deus professada pela Igreja Católica está definida e explicada oficialmente no Catecismo da Igreja Católica; outros textos do Magistério eclesiástico explicitam ainda mais determinados aspectos da sua fé.
A comunidade política e a comunidade religiosa, embora se exprimam por estruturas visíveis, por vezes semelhantes, são de natureza bem diversa, quer pela sua configuração, quer, sobretudo, pela sua finalidade. São independentes e autônomas. A Igreja organiza-se com formas aptas a satisfazer as exigências espirituais dos seus fiéis e não pretende substituir-se ao Estado, ou à comunidade política; reconhece e respeita a competência desta para gerar relações e instituições para o serviço do bem comum temporal.
Portanto, a laicidade do Estado, entendida como separação de Poderes, autonomia e respeito pelas competências próprias de Estado e Igreja, fica plenamente preservada. Isso é bom, contanto que essa laicidade não seja usada como álibi para a imposição, aos cidadãos, da não religião como postura oficial, para cercear a liberdade religiosa, ou para discriminar cidadãos em função de suas convicções de fé. Compete ao Estado assegurar a todos os seus membros a liberdade de crer, ou não crer, e de expressar a sua fé, se forem religiosos.
Tenho plena convicção de que fé em Deus e amor à Pátria não se excluem, muito pelo contrário! Um bom cristão deve ser também um bom cidadão. Um mau cidadão, certamente, não é um bom cristão. Como pessoas de fé, estamos conscientes de que "não temos neste mundo pátria definitiva, mas estamos a caminho da que há de vir" (cf. Hb 13,14); mas também temos clara consciência de sermos membros de uma Pátria neste mundo; somos parte de um povo, com o qual nos identificamos e com cujo bem estamos - e devemos estar - inteiramente comprometidos.
Nossa convicção de fé, como cristãos e católicos, não pode ser desvinculada da edificação da comunidade humana, da qual fazemos parte. O ensino social da Igreja oferece as diretrizes para traduzir as luzes e os valores do Evangelho do Reino de Deus para o viver e agir quotidiano. Karl Marx - e outros com ele - interpretou de maneira equivocada o potencial da fé religiosa para a vida de um povo, ao qualificar, de modo simplista, a religião como ópio do povo...
Além de cumprirem os seus deveres cívicos, como os demais cidadãos, as pessoas de fé têm uma contribuição própria a dar para o bem da Pátria. A fé em Deus, bem entendida e manifestada publicamente, com suas convicções traduzidas em antropologia, moral e cultura, pode representar uma contribuição fundamental para o bem comum. Da fé em Deus decorre uma valiosa compreensão da pessoa e sua existência, do mundo e do convívio social, da economia e de todas as atividades humanas. Decorre também um alto conceito de dignidade da pessoa e de seus direitos inalienáveis, bem como um embasamento sólido para práticas de respeito, justiça e honestidade, tão necessárias ao convívio humano e às relações sociais.
A fé em Deus também é capaz de despertar e sustentar belas ações de caridade, compaixão e solidariedade; dificilmente nossas organizações religiosas deixam de estar ligadas a iniciativas de beneficência, de grande importância social, como obras sociais, escolas, hospitais e lugares de acolhida e cuidado de pessoas esquecidas ou rejeitadas pela sociedade. A fé em Deus, quando verdadeira, leva a uma aproximação sempre maior do Mistério Sublime e ao enlevo ante sua beleza - nasceram daí, e continuam a nascer, tantas expressões artísticas! E a esperança, decorrente da fé em Deus, longe de alienar das realidades presentes, é fonte de energias para enfrentar os desafios e as tarefas desta vida.
Na antropologia cristã, além disso, está presente aquilo que a globalização vai trazendo sempre mais à luz: nossa pertença a uma única família humana, à qual estamos ligados de maneira solidária. Cremos num único Deus e Pai de toda a humanidade; ele quer o bem de todos os filhos e que vivam como irmãos e em paz. Um povo não pode ser indiferente aos outros, nem deixar de se interessar pela sorte sempre mais compartilhada por todos os membros da comunidade humana. Limites territoriais, tradições culturais, diferenças raciais, heranças históricas e interesses econômicos, em vez de contrapostos, deveriam ser cada vez mais conjugados e harmonizados.
Quando se dá espaço para Deus, também o homem ganha importância; sua dignidade, seus direitos, a liberdade e o sentido de sua vida neste mundo não são diminuídos, mas iluminados e potencializados. A fé em Deus oferece bases sólidas para valores e virtudes que devem nortear a vida humana nas esferas privada e pública.
Ter fé em Deus e manifestá-la abertamente, indo às suas consequências éticas e culturais, é bom e faz bem à Pátria.
CARDEAL-ARCEBISPO DE SÃO PAULO
domingo, agosto 21, 2011
Um Cristão Admirável – George Müller
Um Cristão Admirável – George Müller
George Müller, nascido na Alemanha em 1805, tornou-se um cristão aos 20 anos de idade, após anos de turbulenta e rebelde adolescência. Ele tinha interesse em alcançar judeus e viajou a Londres para juntar-se à Sociedade Judaica de Missões. Lá ouviu sobre um rico dentista chamado Anthony Norris Groves que havia abandonado seu ofício para ir à Pérsia como missionário, dependendo de Deus para atender as suas necessidades.
Durante um breve descanso em 1829, no ocidente da Inglaterra, Müller encontrou e iniciou uma amizade para a vida toda com Henry Craik, que tinha sido tutor de Groves. Müller e Craik foram usados por Deus para fundar instituições, igrejas e associações que causaram impacto a centenas de milhares de pessoas ao redor do mundo.
No ocidente da Inglaterra, Müller também se encontrou, casou-se com Mary Groves, uma irmã de Antony Norris Groves. Nessa ocasião, George havia abraçado totalmente os princípios da igreja seguidos pelos primeiros Irmãos. Ele foi além da maioria deles em sua política quanto ao dinheiro. Por exemplo: ele não aceitava ofertas quando saia para pregar, temendo dar a impressão que pregava por dinheiro. Quando ele rejeitava as ofertas, as pessoas algumas vezes queriam pô-las a força dentro do seu bolso, então ele fugia. Um homem "lutou" com Müller até que ele aceitasse o dinheiro que o mesmo queria lhe dar!
MÜLLER E O DINHEIRO
Müller criou um regulamento fixo em que nem ele nem seus auxiliares jamais deveriam pedir a qualquer indivíduo qualquer coisa em particular, para "que a mão do Senhor pudesse ser claramente vista". Mas ele pedia ao Senhor que movesse pessoas para ofertar. Uma vez, quando um homem fez um grande donativo, Müller, muito satisfeito, visitou-o para agradecer; então mostrou ao homem a anotação em seu diário quando, meses antes, começou a rogar a Deus que aquele homem pudesse dar aquela quantia específica!
O historiador Roy Coad observa, todavia, que "a lenda popular" tem escondido um tanto da natureza prática de Müller. "A lenda enfatiza um lado da moeda: a intensidade da confiança de Müller. Muitas vezes o outro lado tem sido esquecido – que os fundos para suprir a necessidade vieram de homens e mulheres que eram coparticipantes com Müller de sua fé em Deus”.
Reflexão
“Nunca me lembro, em toda a minha trajetória cristã, de um longo período (em março de 1985) de 69 anos e quatro meses, de não ter procurado, sincera e honestamente, saber o desejo de Deus nos ensinamentos do Espírito Santo, com o auxílio da Palavra de Deus, mas sempre fui corretamente direcionado.
Mas se faltar a honestidade de coração e a lealdade a Deus, ou se não esperar pacientemente pelas instruções de Deus, ou preferir o conselho do homem, meu companheiro, em vez das declarações da Palavra de Deus, estou cometendo um grave erro.”
GEORGE MÜLLER
A. E. C. Brooks, compilador, Answers to Prayer, from George Muller´s Narratives (Moody Press, na folha de rosto)
quinta-feira, agosto 18, 2011
CHEGA DE COITADISMO… CHEGA DE BENÇOÍSMO…
CHEGA DE COITADISMO… CHEGA DE BENÇOÍSMO…
Pr. Isaltino Gomes Coelho Filho
Pastoral do boletim da Igreja Batista Central de Macapá, 21.8.11
Tempos atrás escrevi a pastoral intitulada “Vender não pode, comprar pode”. Nela disse não entender por que vender drogas é crime, e comprá-las, não. O vendedor é criminoso e o comprador é um doente, um coitado. Sem apologizar drogas (é só ler a pastoral), perguntei se o vendedor não seria um farmacêutico vendendo o remédio necessário.
O psiquiatra e escritor inglês Anthony Daniels deu entrevista à “Veja”, sob o sugestivo título “Eles têm culpa, sim”. Ele critica a vitimização da pessoa que usa drogas. E defende a responsabilização dos viciados. São pessoas que fizeram opções. Ele chama os intelectuais que defendem a vitimização de “desonestos” (eu chamo de ingênuos), e diz algo que eu disse em vários artigos: a influência do Iluminismo e de Rousseau, falando sobre a bondade do homem: o homem é bom, puro, e a sociedade é que o corrompe.
Diz Daniels: “Não sou religioso, mas considero a visão cristã de que o homem nasce com o pecado original mais realista”. Se ele é religioso ou não, não vem ao caso. O que vem ao caso é que o cristianismo é lúcido, coerente e é a única visão de vida completa.
Boa parte do caos da sociedade é que as igrejas pararam de pregar sobre o pecado e chamar as pessoas ao arrependimento. É só bênção! Tudo para atrair as pessoas. Querem fidelizar clientes e não anunciar “todo o conselho de Deus” (At 20.27). Os homens precisam se arrepender de seus pecados. “Arrependei-vos e crede” foi a pregação do Batista (Mt 3.2), de Jesus (Mt 4.17), e da igreja primitiva (At 2.38).
Pastores e igrejas que pregam bênçãos ao invés de pregarem o arrependimento dos pecados e a fé em Jesus estão indo contra a Bíblia, prejudicam os pecadores, e iludem-se a si mesmos. Estão mais preocupados consigo, com seus ministérios, inchando-os e tornando-se figurões, que com o destino final dos pecadores. A maior necessidade do ser humano é de ser perdoado por Deus e acertar a vida com ele. “Não há paz para os ímpios”(Is 48.22).
A mesma revista publicou, tempos atrás, entrevista com o pensador Luiz Pondé. Inspirou-me a pastoral “Santos entre taças de vinho”. O filósofo, não cristão, ressaltou o valor da doutrina cristã do pecado e da presença do mal na vida das pessoas. É curioso que não cristãos estejam vendo o que igrejas e pastores não veem: é preciso advertir as pessoas sobre o pecado e sobre o poder do mal. Quando homens sem Deus têm mais lucidez espiritual que os homens de Deus, estes precisam consertar seus passos.
Chega de coitadismo! O homem é pecador e é responsável por sua vida. E chega de bençoísmo! A mensagem que a igreja deve pregar é a de chamar as pessoas a se reconciliarem com Deus!
domingo, julho 10, 2011
Reflexão
Estamos dispostos a obedecer integralmente ao Pai ou estabelecemos um limite de atuação, assumindo as rédeas da vida em alguns assuntos que julgamos ser apenas do nosso alvitre?
Sondamos até o máximo possível a vontade do Pai?
Ou nos conformamos com a visão distorcida da imagem no espelho, como um enigma?
Por que Deus nos conhece de uma forma PLENA!
quarta-feira, junho 15, 2011
Aborto é CRIME!
Mesmo quando eu não tinha religião, eu já era frontalmente contra o ABORTO. Considero-o um crime muito cruel, onde a vítima não tem defesa. É claro que há as situações excepcionadas em Lei e devemos entender tais atenuantes. No entanto, ter relações sexuais sem qualquer cuidado ou compromisso, podendo resultar na prática do aborto, não aceito. Pensar e tomar os cuidados ANTES e não cometer um CRIME depois!
Não é possível relativizar a vida a uma simples escolha pessoal de uso do corpo. Pura balela e discurso ilógico que já virou refrão!
As mulheres precisam refletir muito sobre isso. As responsabilidades de uma relação sexual são duplas, não adianta querer forçar outro entendimento. Estou cansada de ver mulheres pagando um alto preço por um entendimento totalmente canhestro do que vem a ser a conquista da mulher por um patamar de reconhecimento intelectual e profissional na sociedade.
Há mulheres que se arriscam a uma vida livre de costumes, sem o devido cuidado, achando que estão sendo "modernas " ou contemporâneas e na realidade são muito mais joguetes do homem, pois aceitam o risco da concepção a fim de não perder o seu homem.
Quanta incompreensão do que é ser realmente mulher!
Dody Fernández
sexta-feira, maio 20, 2011
Sensibilidade
Sensibilidade
As pessoas sensíveis, as que realmente se emocionam com os fatos da vida, especialmente os acontecimentos mais simples – como uma flor desabrochando, o sorriso de uma criança, namorados em troca de afetos - são as mais incompreendidas e as que talvez mais sofram. Por serem mais transparentes, a sua leitura é fácil, não há dissimulação, escapes ou desvios. É gente que não suporta jogos que escondam boas ou más intenções, pelo simples fato de que são jogos, situações artificiais, manipulações mentais.
E por serem assim fazem com que os mais frios, mais egoístas, se sintam no direito de confrontá-los de forma indelicada, rude, mostrando muitas vezes na ingratidão, injustiça ou traição, a sua real face.
O sentimento da amizade, da mesma maneira que o amor, é algo que não flui se não for compartilhado. Ninguém é feliz ofertando afeto e recebendo recusa, indiferença, ou então amando sem ser amado.
De que adianta doar-se por completo, no maior limite que é possível a um ser humano e sequer ser respeitado?
Parece que algumas pessoas temem perder de si apenas os mais ardilosos, os que se permitem brinquedos perigosos, que driblam com ironia as mais importantes vigilâncias. Com essas pessoas, não se atrevem a retrucar, censurar. E até mesmo aderem a tais comportamentos duvidosos e incompatíveis com a vida cristã na sua prática diária.
Há quem se diga autêntico, mas só compreendemos as suas reais intenções através dos atos e do simbolismo que neles está contido, pois são imperceptíveis aos contatos mais superficiais.
Porém, apesar de tudo, não desisto de ser como sou. Recuso-me a violentar a minha natureza tão esculpida pelos fatos vividos de forma intensa, pelo maravilhoso encontro com a Graça que me repaginou por completo, em ação que é contínua, transformando e pacificando meu interior antes tão impaciente, duro, exigente.
Não basta escrever poesias. Mesmo quando as poesias são exercícios de sonhos que não retratam um compromisso com a realidade vivida, ela necessita ser efetivamente sentida! Angelus Silésius, místico medieval citado por Rubem Alves, para quem teologia era poesia, assim escreveu:
O homem tem dois olhos
Um somente vê o que se move no tempo que passa.
O outro,
Aquilo que é divino e eterno.
A estrada do sentir implica sempre cuidados e muita suavidade. Não é um terreno fácil, não foi feito para quem não consegue compreender a beleza encontrada na simplicidade dos sentimentos, não é terreno cultivado com carinho e doçura, para ser trilhado por quem se acostumou a pisar nas flores!
Dody Fernández
quinta-feira, maio 12, 2011
Cristã-pensante sempre!
Não consigo entender alguém que se diz cristão e não pratica a FÉ, com COMPAIXÃO e o AMOR que JESUS pregou.
Eu estou há alguns anos sem poder ir à Igreja, cuidando de minha mãe com Alzheimer, e sabe quantas visitas recebi, seja de membros da Igreja ou do Pastor? Uma apenas, protocolar.
E pior ainda, amigos que passaram pela porta do hospital onde minha mãe esteve internada e eu lá sozinha com ela, futuros pastores, não se deram ao trabalho de fazer um pit-stop na sua caminhada para o lazer e realizar uma visita, orar comigo.
Mas vou continuar usando o termo cristã-pensante, por mais que agora cismem com ele, sou cristã e penso!
De vez em quando inventam uma nova "regra" do que não se pode usar como termos aceitáveis.
Como sempre fui guerreira, vou me insubordinar. Cristã-pensante sempre!
quarta-feira, maio 11, 2011
Simples, assim sem teologização!
SIMPLES, ASSIM! SEM TEOLOGIZAÇÃO!
Certa vez Filipe estava caminhando por uma estrada e Deus mandou que ele mudasse de direção.
Filipe obedeceu, mesmo sem saber o motivo da ordem de Deus.
No outro caminho, Filipe encontrou um homem em sua carruagem, lendo a Bíblia.
Filipe chegou perto e perguntou se ele entendia o que estava lendo.
O etíope respondeu que lia, mas não entendia nada.
Então Filipe subiu na carruagem e começou a explicar o texto para ele.
O texto falava que Jesus era o Salvador, que veio ao mundo, morreu na cruz para salvar todos os que acreditarem (crer) Nele.
O homem entendeu, aceitou a salvação e pediu para ser batizado.
Filipe o batizou e ele seguiu o seu caminho, muito feliz por ter entendido a Palavra de Deus.
O Tempo e seus Mistérios!
Ah! Se fosse dona do meu tempo, se pudesse escolher onde ir, a que horas poder marcar compromissos ou apenas simplesmente sair de casa!
Quando temos todo o tempo do mundo, não pensamos que um dia podemos ter nossa rotina modificada tão abruptamente e usamos nosso tempo tão mal, sem refletir, sem pensar em realizar as coisas que realmente contam para a vida!
Esquecemos, em prol de projetos tão mirabolantes, de tantas pessoas ou coisas que jamais deveriam estar em segundo plano, pois não somos os proprietários do tempo e há situações que não podem ser revertidas.
A cada dia mais prezo a liberdade de ir e vir!
Reflexão - Decepção
Decepção não fere apenas.
Mata de desgosto pela ingratidão!
É muito fácil gostar dos que somente brincam, se fazem de loucos - espertos e não têm o compromisso diário com as lutas em causa de alguém.
Escrever sobre é uma coisa, lutar diariamente junto nos bons e terríveis momentos é outra coisa MUITO diferente!
quarta-feira, abril 27, 2011
O problema não é o pensar!
O problema não é o pensar.
Pensar faz muito bem, especialmente quando se dá a oportunidade de refletir sobre o que dizem os que pensam diferente.
Mas de que adianta pensar, refletir e falar se a prática da Fé carece de fundamento no mandamento maior: Amar ao próximo como a si mesmo!
Como aceitar as ideias de quem não exercita a compreensão do sofrimento alheio, a compaixão?
Com esse divórcio do Evangelho de Cristo, não há quem possa querer credibilidade.
Até quando seremos julgados até mesmo por nossos sentimentos e emoções genuínos?
Até quando seremos julgados até mesmo por nossos sentimentos e emoções genuínos?
E Pai, por servos seus que JAMAIS deveriam ser acusadores e sim, lembrarem-se do compromisso da COMPAIXÃO e do AMOR AO PRÓXIMO!
Há julgadores ou pretensos juízes em excesso, esquecendo-se do AMOR e da compreensão que deveria nortear o ser humano, especialmente aquele que se sentiu vocacionado e preparou-se para exercer o seu mister.
Confesso que estou cansada de ler posts no Twitter ou no Facebook de crítica aguda a tudo e a todos que contrariem o pensamento atual de alguns líderes religiosos.
Em alguns casos a razão se perde e a incoerência toma conta do possível sentido da mensagem, posto que comprometida apenas com o subjetivismo, a firme intenção, indissimulável, de vencer o outro na argumentação.
Será essa a proposta que agrega? Dividirmos-nos em facções? Obviamente que não!
Deus é o Senhor soberano e que tem o controle sobre todas as coisas e não é possível para todos aqueles que Nele creem substituí-lo pela palavra de qualquer homem.
E notadamente quando essa palavra tiver como objetivo implantar a dúvida, criar dissenções de partidarismo teológico, o caminho da descrença apenas por humana e tola vanglória humana!
Deus é o centro de nossas vidas, o nosso foco, a direção das nossas jornadas, porque Ele é o Deus vivo, o nosso Rei!
A Ele entregamos nossas petições, emocionados por vezes, assustados outras tantas, pois somos humanos e fracos diante de tantas situações.
Não somos súditos de homens, por mais brilhantes e capacitados que o sejam.
Aquele que possuía a Glória, jamais desejou a mesma para si, a glória vaidosa dos homens. Jesus não desejava chamar a atenção para si mesmo!
Portanto, que as contendas inúteis, que a ninguém edifica ou dá razão, não frutifiquem ou ganhem adeptos no meio de todos aqueles que, a cada dia, entregam a sua vida ao único Senhor!
domingo, abril 03, 2011
Coisas estranhas e tristes.
Como as pessoas ditas "intelectuais" são estranhas.
Perdi uma seguidora ex-blogueira depois que passei a postar versículos bíblicos no Facebook e no Twitter.
E a democracia, onde fica?
E a liberdade de expressão?
E o respeito pelas crenças do próximo?
Nossa, tanto preconceito incompatível com quem tem um mínimo de discernimento!
Perdi uma seguidora ex-blogueira depois que passei a postar versículos bíblicos no Facebook e no Twitter.
E a democracia, onde fica?
E a liberdade de expressão?
E o respeito pelas crenças do próximo?
Nossa, tanto preconceito incompatível com quem tem um mínimo de discernimento!
Preconceito
Não é possível aceitar atitudes de PRECONCEITO vinda de cristãos!
JESUS jamais fez acepção de pessoas, ao contrário enfatizou o mandamento de AMAR o próximo como amamos a nós mesmos!
Fico envergonhada com alguns posts que leio no Twitter ou no Facebook.
PRECONCEITO é total atestado de ignorância!
Preconceito é um juízo preconcebido, manifestado geralmente na forma de uma atitude discriminatória perante pessoas, lugares ou tradições considerados diferentes ou "estranhos". Costuma indicar desconhecimento pejorativo de alguém, ou de um grupo social, ao que lhe é diferente.
Lutas Insanas
Meu querido pai sempre me dizia: Não se perca em lutas insanas, onde só há desgaste e nenhum bem coletivo, a única luta individual que vale a pena é com você mesmo, no aprimoramento do seu caráter.
E depois de tanta incompreensão e cansaço, lembrei-me hoje desse conselho. Portanto, chega.
Quero PAZ na sua mais completa expressão, sem ironias, sem conversas que depreciam, com aqueles que entendem deter o monopólio da verdade.
Esse monopólio para mim tem apenas um nome: JESUS e o desafio diário é a pratica da Fé de forma digna, sem ofender ou magoar o seu semelhante!
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