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Cada um de nós observa o mundo diante de suas próprias perplexidades. E também de sua sensibilidade. O mundo me fascina e sou observadora cuidadosa e atenta. A poesia e a dor da realidade. A música e o silêncio que tanto servem para meditar como para ensurdecer os sentidos. Um pouco de mim, muito de todos nós, basta querer revelar, com enorme sutileza. Minhas leituras, meus sons, minhas impressões, tudo ofereço a vocês, se assim o quiserem. E tudo diante da soberania e da Graça de Deus!
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sexta-feira, setembro 16, 2011

O método “arrastão” de investigação científica

O método “arrastão” de investigação científica

Escrito por Ann Coulter | 12 Setembro 2011

Artigos - Ciência

Esse é o método “arrastão” de investigação científica. Os esquerdistas rapidamente cercam e humilham qualquer um que discorde deles.
A definição de inferno está sendo condescendida por idiotas. E lá devem estar os repórteres da MSNBC Chris Matthews e Contessa Brewer lhe soltando risadinhas por toda a eternidade por você não acreditar na evolução.
Quase um terço do meu best-seller de 2007, primeiro lugar no New York Times, Sem Deus — A Igreja do Liberalismo, é um ataque ao mito esquerdista da criação: a evolução darwinista. Apresentei os argumentos de todos os especialistas no campo, desde o retardado Richard Dawkins ao brilhante Francis Crick, e os confrontei.
Mas parece que os esquerdistas não querem argumentar.
Apesar da fixação obsessiva de Matthews, manifestada por sua constante em perguntar aos republicanos eleitos se eles acreditam na evolução, ao me entrevistar durante uma hora a respeito do Sem Deus — o mesmo livro que está repleto de ataques ao darwinismo — Matthews não me fez uma única pergunta sobre o assunto.
Aliás, nenhum esquerdista fez. Matthews sequer sabe o que é evolução.
Um ano mais tarde, em um debate entre presidenciáveis republicanos, Matthews pediu que levantasse a mão quem acreditava na evolução. A discussão estava proibida! Vai ver isso abre espaço para que fatos científicos, e não gracinhas de pátio de escola, venham à tona.
A evolução é o único assunto que é discutido exclusivamente na base do “Você acredita?”, permitindo apenas sim ou não. Que tal se jornalistas conservadores começarem a colocar um microfone na frente de candidatos liberais e perguntarem: “Você acredita na Bíblia, sim ou não?” “Um bebê na barriga da mãe é humano, sim ou não?” ou “Você acredita que adolescentes devam fazer sexo, sim ou não?”.
Esse é o método “arrastão” de investigação científica. Os esquerdistas rapidamente cercam e humilham qualquer um que discorde deles. Ficam perdidos quando seus apelos a posições ideológicas (que funcionam muito bem com eles próprios) não funciona com o resto do mundo.
Agora que o candidato republicano à presidência Rick Perry declarou que há “furos" na teoria da evolução — ou “gás", como noticiado originalmente pelo New York Times, antes de publicarem uma errata — está aberta uma nova rodada de escárnio a loucos fundamentalistas, ignorando-se quaisquer fatos.
Mas a verdade é que não foram os avanços do cristianismo (que é relativamente constante), mas da própria ciência, que desacreditaram completamente a teoria evolucionista de Darwin.
Esta semana, vamos considerar uma pequena fatia da montanha de evidências científicas refutando essa misteriosa religião da era vitoriana.

O mais devastador para os “darwimaniacos” foram os avanços na microbiologia desde a época de Darwin, revelando mecanismos incrivelmente complexos, que necessitam de centenas de partes funcionando ao mesmo tempo — estruturas celulares complexas, o DNA, mecanismos de coagulação sanguínea, moléculas e os pequeninos cílios e flagelos celulares.
De acordo com a teoria de Darwin, a vida na Terra começou com formas de vida unicelulares, que por meio de mutações aleatórias, acasalamento e morte, passavam para frente mutações desejáveis, em cujo processo ao longo de bilhões de anos levou à criação de novas espécies.
O teste (extremamente generoso) que Darwin propôs para sua teoria foi o seguinte: “Se fosse possível demonstrar que existe um organismo tão complexo que fosse impossível de ter sido formado por uma série de pequenas e sucessivas modificações, minha teoria cairia por terra”.
Graças aos avanços dos microscópios, milhares dos tais mecanismos complexos foram descobertos desde os dias de Darwin. Ele teve que explicar apenas dispositivos simples, como bicos e guelras. Se Darwin pudesse voltar nos dias de hoje e olhar através de um microscópio moderno para ver as funções internas de uma célula, ele iria prontamente abandonar a própria teoria.
É uma impossibilidade matemática que, por exemplo, todas as 30 a 40 partes de um flagelo celular — esqueça as 200 partes de um cílio! — poderiam ter surgido todas de uma vez por mutações aleatórias. De acordo com a maioria dos cientistas, tal ocorrência é considerada talvez menos provável do que o senador John Edwards se casar com Rielle Hunter, o “marco zero” do impossível.
Tampouco faria cada uma das 30 a 40 partes individualmente um organismo mais apto a sobreviver e se reproduzir; o que é o ponto central da engenhoca toda, se bem nos lembramos.
Como explica Michael Behe, bioquímico e autor do livro “A Caixa-preta de Darwin”, mesmo um mecanismo tão simples quanto uma ratoeira de três partes requer que essas três partes funcionem ao mesmo tempo. Senão você não vai ter uma ratoeira que pegue metade dos ratos que deveria pegar para conseguir a sobrevivência da lei do mais forte. Enfim, você não vai ter uma ratoeira.
Quanto mais aprendemos sobre moléculas, células e DNA — um conjunto de conhecimentos que alguns chamam de “ciência” — mais absurda se torna a teoria de Darwin. Como diria Bill Gates, o DNA “é como um programa de computador, mas muito, muito mais avançado que qualquer software já criado” (Além disso, o DNA não costuma travar quando estamos no meio da reprodução).
Os fanáticos evolucionistas preferem não ser convocados para explicar esses complexos mecanismos que, de acordo com o próprio Darwin, iriam refutar sua teoria.
Ao invés disso, fazem piadas sobre quem sabe a verdade. Dizem que discutir evolução significa acreditar que os homens viveram junto com dinossauros.
Os perseguidores de Galileu devem ter dado boas gargalhadas do fato de ele acreditar em Fred Flintstone.
É por isso que os “darwimaniacos” mais iluminados soam como cientologistas para poderem se ater à sua religião misteriosa.
Crick, ganhador do Prêmio Nobel por sua codescoberta do DNA, levantou a hipótese de que extraterrestres de inteligência superior mandaram células vivas para a Terra em uma espaçonave não tripulada, teoria exposta em seu livro de 1981, “Life Itself”.
Logo ele perdeu Deus por um fio!
Mas a solução de Crick obviamente demanda a seguinte pergunta: como os extraterrestres de inteligência superior evoluíram?
O biólogo populacional de Harvard, Richard Lewontin, disse que os “darwimaniacos” toleram “estórias bonitinhas mas incomprovadas” sobre a evolução e ignoram “a patente absurdidade de alguns de seus argumentos” por estarem comprometidos em criar uma teoria que exclui Deus. “Não podemos”, disse Lewontin “permitir um primeiro passo na direção do divino”.
Talvez se trocássemos o nome de “design inteligente” para Louis Vuitton para não assustar os “teofóbicos”, eles iriam admitir a verdade: A ciência moderna refutou a evolução darwinista.
Tradução: Luis Gustavo Gentil
Título original: The flash-mob method of scientific inquiry

segunda-feira, janeiro 17, 2011

Questionamento

A Fé jamais é incompatível com a vida! Quem diz isso não conhece a Graça, que nos é concedida gratuitamente por Deus, sem levar em consideração quaisquer méritos individuais. 
Praticar a Fé, viver com a Palavra, não nos isola do mundo, ao contrário, pois Jesus Cristo sempre nos exortou a amar os nossos semelhantes, sem qualquer distinção, sem nenhum preconceito, pois Ele jamais os teve. A Palavra é farta em exemplos.
A solidariedade, o companheirismo e a amizade não podem escolher direcionamentos, tudo é razão de integração e não de separação. Todos os seres humanos são passíveis de serem amados na sua essência, por mais difícil que seja esse exercício diante de nossas limitações humanas. Podemos dividir as alegrias em qualquer lugar sem compactuar com condutas impróprias. O Amor de Deus não nos autoriza a fazer julgamentos de impossibilidades. Semear a terra  árida é um processo de muita paciência e dedicação constantes. Mas não há alegria maior do que a colheita!
É difícil? Sim, é óbvio, mas quem pode, em sã consciência e segurança na doutrina estabelecer limites ao Evangelismo?
Dody Fernández
Publicado originalmente em 22 de fevereiro de 2010

ALGUMAS REFLEXÕES...

O Twitter, a despeito de muita bobagem escrita por quem não tem o que fazer, trouxe para mim, entre outras, uma experiência extraordinária: conhecer uma grande quantidade de blogs evangélicos, de várias denominações, alguns apenas se denominando cristãos ou apologéticos, escritos por pastores, bispos, teólogos, missionários ou cristãos-pensantes.

A cada link que percebo vou lá e confiro. E após muita leitura, salvando e guardando tudo em arquivos no meu computador, um tema destaca-se de forma relevante, com reiterados estudos, depoimentos, discussões – algumas até fora do padrão normal de educação e luta por ideias – e digo que este assunto sempre foi relevante em minha vida cristã, desde a minha conversão, aos trinta e três anos de idade.

Trata-se de todas as derivações que vêm do texto bíblico da Carta de Paulo aos Romanos 12:2: "Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus”.  

Ainda estou em fase de absorção de tudo que leio, refletindo sempre! Mas uma constatação inicial me deixou profundamente esperançosa: não há mais assuntos proibidos! Não há mais vestais que estão acima do bem e do mal. Realmente a Glória só a DEUS!
Dody Fernández
Publicada originalmente em 08 de fevereiro de 2010

Cada um é único!

A experiência do "grande encontro" com a Verdade é pessoal e intransferível, pode vir pelo amor, pela busca interior de uma razão de fé ou pela dor de uma angústia.
Não pode ser colocada à força, por ninguém, pois vem da Graça de Deus que nos franqueia o entendimento.
E ela liberta mesmo, pois o torna capaz de ter a Fé que edifica, que promove a reforma interior unida à razão e compreender como a humanidade e tantos líderes religiosos das mais variadas tendências se afastaram da única Verdade: JESUS!
Você se torna realmente livre de culpas passadas, medos, misticismo etc. porque CRISTO já nos resgatou na cruz do calvário, pelo Seu sangue derramado por nós, e as palavras Dele, a Nova Aliança, é que passam a ser nossa Lei!
E você comprova que o agir de DEUS em nossas vidas é sutil e plenamente perceptível se estivermos em comunhão de fé e prática!
Dody Fernández
Publicado originalmente em Sábado, 06 de fevereiro de 2010.

A Prática da Fé!

“Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas”.
EFÉSIOS 2:8-1
A Fé é suficiente para a salvação, mas é preciso que o Amor ao próximo e a Misericórdia REALMENTE HABITEM EM NÓS E SEJAM PRÁTICA DIÁRIA EM NOSSAS VIDAS! 
Não consigo entender pessoas que se dizem cristãs e vendo o seu irmão ou o seu próximo em terrível dificuldade de vida e, tendo condições folgadas de socorrê-lo, começam a entoar aqueles famosos "mantras" que só fazem aumentar a amargura daquele que se encontra mal. É um tal de :" É querido, vou orar pelo irmão", " Vou levar o caso ao pastor", " Se você está passando por essa privação, veja bem, é porque deve estar em débito com Deus!", " Você está vivendo em pecado?".
Haja paciência e entendimento quando se está em privação e ainda ter que escutar tais coisas. Mas a ajuda prática, imediata, que sacia a fome, que lhe dá condição de tomar uma condução e sair de casa, que promove um esforço no sentido de ver se há alguma colocação para alguém que esteja desempregado, isso não acontece, com raras exceções.
Eu sei que a ORAÇÃO é o instrumento mais poderoso de comunicação com DEUS, longe de mim criticar tal conselho, o que estou argumentando transcende essa discussão. E também não se pode imputar ao pastor ou ao padre ou ao dirigente espiritual de uma igreja ou congregação todas as responsabilidades existenciais, além de suas enormes responsabilidades espirituais de conduzir o seu rebanho.
É óbvio que para a grande maioria das pessoas não é possível empreender uma ajuda material e não se pode exigir tirar de quem não tem, muito embora sejam essas pessoas as que melhor sabem dividir. Parece que dividir o pouco é bem mais fácil que doar o que excede.
Por tais razões admiro o verdadeiro trabalho de formiguinhas que muitos irmãos de fé realizam, sem alarde, visitando hospitais, asilos, orfanatos, prisões, indo a casa daqueles que não mais podem se locomover para prestar o seu culto nas igrejas. São trabalhos que não aparecem para o grande público das congregações, muitos o fazem até de forma anônima, destinando dias, horas, momentos de sua vida para orar com os enfermos e os desesperados, lá onde eles estão, pessoas que sequer já ouviram falar de JESUS.
Muitos de nós só percebemos a falta que faz o aconchego humano de nossos irmãos quando passamos a viver tais situações. Como é triste se sentir abandonado, não ouvir uma palavra de carinho, não receber visitas, sequer telefonemas ou até mesmo e-mails!

PRECISAMOS REFLETIR MUITO MAIS SOBRE A PRÁTICA DA FÉ!
Dody Fernández
Publicado originalmente em Sábado, 06 de fevereiro de 2010